Banhado

Histórias

Ao longo de suas existência, o Banhado proporcionou, a cada um de seus membros, inúmeras e raras oportunidades de malhar e ser malhado. Pra não perder o amigo, muito menos a piada, a gente conta algumas destas histórias, com a devida dose de exagero.

As figuraças da Copa

Matheus Roetger Madeira, Verão de 2002.

A estada na Praia do Camacho, ocorrida há algumas semanas, já nos rendeu algumas novas expressões conhecidas, propiciou novas malhações, novos conhecimentos para a coletividade banhadense. Enfim, para que cada membro conhecesse melhor ao seu próximo e ao próprio Banhado.

Mas um fato se destacou. A expressão “Figuraças da Copa” – originada no que pode ser chamado de ano I da Era Banhadense, 1998 – voltou a ser invocada pela situação que se consagrava.

A expressão tem origem no não banhadense, mas participante dos Fut-Dehons de Sábado Giumba. Este colega de classe da 1ª série tinha por hábito fazer caricaturas de outros colegas – o agora famoso “Mosca do Outdoor” era um dos preferidos. Ao desenho, acrescentava-se o título da série que passava, na época, na tv Globo, já que estávamos em plena Copa da França.

Desde então, a expressão se tornara um marco de uma época banhadense. Nada além disso, uma expressão que caíra no desuso. Mas, como que exigida pela população camachense, a expressão brotou naturalmente na mente de cada um.

E não poderia ser de outra maneira. No início, bozengas e mais bozengas, trajadas das mais variadas e estranhas maneiras, com os mais estranhos e flácidos abdômens a mostra. Para mostrar a completa variedade das pessoas que lá estavam, uma anoréxica, orgulhosa de sua condição e pouco vestida, veio mostrar que todos podem se manifestar livremente.

Figuraças da Copa com cabelinhos lambidos, com doses profundas de gel ou laquê, caíram no descrédito, dado o sem-número deste tipo de pessoa. Alemães agricultores, dançando animadamente e despudoradamente as canções gauchescas também não eram novidade. Novidade mesmo, surpreendente e inesperada, apenas um homossexual que apenas passeava pelo local, causando repulsa e asco em cada um dos presentes. Com uma vasta cabeleira, presa por um amarrador que nenhuma mulher usaria por se tratar de uma coisa gay demais, a referida bicha, ainda por cima, rebolava de uma maneira inenerrável.

Mais e mais Figuraças da Copa se manifestaram. Esta foi apenas uma amostra, um lembrete. Uma lembrança da expressão que parecia fadada à derrota.

Veja o arquivo completo de histórias do Banhado.

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18/10/2008

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  • Uê Carmem cara de sono
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  • Não disse?
  • Sabe, tchurururuuuuu
  • É muita infra-estrutura
  • Devia fazer tempo que ele não comia...

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