Banhado

Histórias

Ao longo de suas existência, o Banhado proporcionou, a cada um de seus membros, inúmeras e raras oportunidades de malhar e ser malhado. Pra não perder o amigo, muito menos a piada, a gente conta algumas destas histórias, com a devida dose de exagero.

A Evolução de um pensamento do Gust

Matheus Roetger Madeira, Meados de 2000.

Provas, as provas que eram feitas no Colégio Dehon. Eram situações em que, dependendo da situação, podiam depositar uma certa dose de estresse nos alunos. Provas do Dehon, como provas em qualquer colégio, definiam a aprovação ou reprovação dos alunos. Esta apreensão criada pelos testes fazia com que os alunos, assim que concluíam a ardorosa missão, buscassem deixar a sala de aula imediatamente, buscando um ambiente em que o ar não estivesse poluído pela matemática, biologia, ou seja lá qual fosse a matéria em questão.

Se a prova fosse na última aula, então, a vontade de se livrar daquele antro de estudos era ainda maior. Era só pegar o material e ir embora, para casa almoçar, falar com o pessoal.

Numa destas situações, estávamos alguns banhadenses, já do lado de fora da sala. De repente, chega nosso membro-fundador Gustavo Zilbermann, o Gustê. Chega, com sua pasta na mão, e começa a falar da dificuldade da prova, de quais que questões havia assinalado. Mas, num dado momento, ele dá pela falta de seu combalido e tradicional estojos de lápis do Inter. Gust viveu a sua vida com aquele estojo, desde seus primeiros passos, o surrado porta-lápis fez parte de sua vida. Gust resolve voltar para a sala, a fim de reaver seu mimado material escolar.

E Gust vai, preocupado, pensando em como descobrir onde estaria o tal estojo. Ele foi pensando no que dizer: “professora, voltei por que perdi algo. Alguém viu meu penal?”. Estava formulada sua frase. Mas ele resolveu resumir, adequar sua locução a uma linguagem mais rápida e acessível. Mas deu tempo de ele testar e, quando adentrou a sala de aula, a sua síntese de frase saiu assim:

- Alguém perdeu algo?

Esta frase, que não diz absolutamente coisa nenhuma, marcou o banhado. Virou um símbolo de... ah, virou símbolo de nada, a não ser de como pode ser perigoso deixar o Gust desenvolver uma idéia sozinho em menos de uma hora; o serviço sempre sai inacabado.

Veja o arquivo completo de histórias do Banhado.

Banhado 10 anos | 1998-2008

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Fotos

Oktoberfest 2008

18/10/2008

27 fotos

  • Claudinho e Bucheeeeecha
  • Não tá dando muito certo...
  • É Oktober! Sorria!
  • Se você pudesse escolheeeer...
  • Uh! É D'Alessandro!
  • O casaquinho amarrado na cintura ficou lindo

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