A evolução da cultura banhadense é registrada pelas nossas lentes. De megaeventos históricos a simples situações constrangedoras, tudo está aqui, mostrando a verdadeira face do Banhado. Aqui, você conhece um pouco mais dos nossos integrantes e das nossas confraternizações.
24 de Maio de 2003.
O Banhado, definitivamente, não precisa mais de motivos oficiais para se render às qualidades - poucas, é verdade - da sub-cerveja caseira. A casa do Guivã, que já se tornou um símbolo deste descompromisso com datas especiais, recebeu o pessoal para mais uma confraternização. Desta vez, o frio impediu que todos se reunissem, ao relento, em frente à casa, e a reunião teve mesmo que ser dividida entre a sala principal e a sala do computador. Aliás, mais na sala do computador do que na sala principal, o que fez com que a festa se tornasse uma e-festa, com alguns banhadenses se revezando no comando do computador. Explorar os muitos porta-retratos espalhados pela residência também empolgou alguns dos presentes, que usaram e abusaram do direito de fazer fotos de outras fotos, só para registrar cenas peculiares dos anfitriões Guivã e Grazi. O troféu Pau Mandado da noite vai para um banhadense que nem compareceu à reunião: Bill, que se fez ausente porque ia a São Ludgero, no dia seguinte, visitar sua coleira Priscila.
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