A evolução da cultura banhadense é registrada pelas nossas lentes. De megaeventos históricos a simples situações constrangedoras, tudo está aqui, mostrando a verdadeira face do Banhado. Aqui, você conhece um pouco mais dos nossos integrantes e das nossas confraternizações.
06 de Dezembro de 2002.
Chu, proprietário de uma espaçosa garagem, comemorava seu aniversário. Então resolveu patrocinar, contando com aquela tradicional colaboração da galera, uma festa para os banhadenses e alguns convidados. Novamente, a exemplo das comemorações em homenagem a Kito, o palco foi sua garagem. Dessa vez, uma confraternização mais íntima, dois engradados de Skol gelavam no tonel, enquanto o pessoal se divertia e saracutiava pelo local. O personagem da noite, sem dúvida, foi o Guivã, que naquela ocasião foi Deus. Unipresente, o garotinho exibiu orgulhoso os seus dentes em quase todas as fotos. Boa parte dos banhadenses estavam coleirados, e esses, saíam e voltavam para a festa constantemente. Os mais guerreiros, permaneceram integralmente e só deixaram a garagem do Chu por volta das 05h da manhã, quando já não existiam mais cervejas.
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